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Free Fire

5 vezes que a NFA contribuiu com a profissionalização do cenário de emuladores no Brasil

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Maior campeonato independente de esports do Brasil e o terceiro maior de Free Fire do mundo em horas assistidas, segundo dados do Esports Charts, a NFA não é um sucesso a toa.

Todo jogador do cenário emulador sonha em disputar uma competição da NFA e esse prestígio foi conquistado com muito investimento, principalmente no que diz respeito à profissionalização do cenário. Dois anos após o seu nascimento, a organização ajudou a superar o preconceito que existe no cenário emulador e segue quebrando barreiras.

Por isso, listamos cinco vezes em que a NFA contribuiu para profissionalizar o cenário de emuladores, desde investimentos em comunicação e financeiros, até estratégias adotadas, a fim de garantir a integridade competitiva em seus campeonatos.

1- Investimento em branding, identidade visual e redes sociais

Free Fire é um fenômeno nas redes sociais e um dos pilares da NFA é o investimento em mídias digitais. Investindo em construção de relacionamento, a organizadora investiu em uma estratégia de CRM e conta com uma equipe de social midia que interage diariamente com os torcedores e as equipes.

Desde a sua criação, a NFA trouxe como objetivo a profissionalização do cenário de Free Fire brasileiro. A organização prestou o auxílio para a criação de logos, uniformes e identidade visual aos times que participaram de suas primeiras edições.

E, hoje, grande parte das equipes que a Liga NFA auxiliou fazem parte do cenário profissional, como os times GOD Esports, B4 Esports e SS Esports. Os dois primeiros, inclusive, fazem parte da lista de equipes de esports mais famosas do Brasil, segundo o Esports Charts.

Entre os diferenciais com relação às demais organizadoras, está a adoção de uma identidade visual exclusiva para cada campeonato. O sucesso é traduzido em números: 4,7 milhões de seguidores no Instagram, mais de um milhão de inscritos no YouTube e 1,4 milhões de seguidores na BOOYAH!.

Estúdio tomado com a cor temática da Liga NFA Season 4 na grande final (Foto: Filipe Nevares/ABCM Agência)

Diretora de Comunicação da NFA, Brenda Gonçalves está à frente do time que faz a mágica acontecer. Brenda afirma que, todo o modelo de trabalho da NFA, aplicado nas mídias sociais, foi pensado na comunidade do Free Fire, que é conhecida por ser a mais unida em relação às demais.

Isso, inclusive, motivou a organizadora a expandir os pilares de conteúdos produzidos, principalmente no Instagram, onde o público mais interage e busca ser notado pela NFA.

“Uma das características singulares da comunidade de FreeFire é que realmente se importam e querem ajudar nesta construção. Então, colocamos a comunidade como protagonista da marca NFA. Colocamos nossa atenção e foco na comunidade, respondemos todas as mensagens, todos os stories marcados têm interação e todo o conteúdo é pensado no que a comunidade quer consumir”, comenta Brenda.

“Depois de um tempo, percebemos que o público buscava um local para se expressar, tanto que o Instagram da NFA não fala só sobre campeonato, nós contamos histórias e também abrimos espaço de opinião e para que possam debater entre si, fortalecendo assim a nossa comunidade”, completa.

2- Contrato com os jogadores

A partir da Season 5, a organização da NFA passou a exigir que todas as equipes participantes apresentassem os contratos de todos os jogadores. O objetivo é manter a integridade da competição, evitando trocas de jogadores ao longo do campeonato, além de preservar os direitos dos jogadores como profissionais.

De acordo com Marcelo Camargo, CEO da NFA, a exigência de um vínculo contratual é um ponto positivo tanto para os jogadores, quanto para as organizações, além de ser um avanço importante para a profissionalização do cenário como um todo.

“O principal ponto que motivou a NFA a solicitar contrato dos jogadores com os times é o intuito de diminuir a transição entre as organizações de forma exacerbada, e que seja possível que invistam nos jogadores para melhor desenvolvimento dos pro players. Isso possibilita uma consolidação mais sólida de histórias dos jogadores com suas respectivas organizações durante o campeonato. Com o tempo, passa a ser possível enxergarmos esta evolução durante a competição”, disse Marcelo.

“É importante que as organizações invistam em seus jogadores, evitando que haja volatilidade no cenário devido a propostas externas. Isso acaba gerando uma troca mais segura entre as partes”, finaliza.

3- Investimento monetário

Camila “OpzMila” Brandão, Luisa Saro, Samuca e Isaque “Cabelo Gamer” Silva em cenário da Season 5 da NFA (Foto: Filipe Nevares/ABCM Agência)

Todas as organizações que disputam a Liga NFA recebem um aporte financeiro para disputar o torneio. Foram investidos R$ 1,2 milhão nos 12 times que disputam a Season 5.

Dessa forma, entre as demais organizações à frente de competições no cenário emulador, a NFA é a única que oferece suporte financeiro às equipes. Este é um investimento à parte e que não interfere na premiação de R$ 75 mil distribuídos aos times mais bem colocados no final da competição.

De olho na entrega de um produto cada vez melhor para a comunidade, a NFA também investe bastante em equipamentos para aprimorar a estrutura do estúdio, assim como na infraestrutura da competição e na experiência dos colaboradores que estão por trás da organização, produção e transmissão dos campeonatos.

A expansão da Liga NFA está atrelada ao desenvolvimento do grupo BMS, a holding de entretenimento com foco em games. Empresas como ABCM, consultoria estratégica, Clan, responsável pela produção e transmissão dos campeonatos; Arena Bluestacks; Hangar X, estúdio onde acontecem competições e eventos do cenário; e o selo musical Hyplay Records fazem parte do grupo.

4- League Ops + Blackbox

Integridade competitiva é um dos principais pilares da NFA. Foi a organizadora quem deu o pontapé inicial na obrigatoriedade do uso de anticheat em campeonatos de Free Fire no emulador.

O BlackBox é indispensável em todas as competições da organizadora, o que serve de inspiração para outros torneios da comunidade, como a Copa Tropa, que recentemente também aderiu ao BlackBox.

League Ops em operação durante a Liga NFA (Foto: Filipe Nevares/ABCM Agência)

A NFA também formou uma equipe de League Ops com oito profissionais, que atuam na organização geral da competição, regras e formato para que o torneio aconteça seguindo as orientações do Rule Book (Livro de Regras).

5- Arena Bluestacks

O pioneirismo no cenário de emuladores, que está no DNA da marca NFA, também levou a empresa a investir em uma arena. Anunciada no início do ano, a Arena Bluestacks servirá para a realização da Liga NFA completamente presencial.

A Season 5, devido à pandemia, ainda acontece no formato remoto. Assim que a pandemia acalmar todos os principais campeonatos da liga serão realizados no espaço, que que já leva o naming rights da Bluestacks, uma das patrocinadoras do campeonato.

A Arena Bluestacks tem 12 cabines climatizadas, equipadas com quatro computadores cada uma, além de um mezanino para a imprensa e influenciadores acompanharem as competições.

Marcelo Camargo reitera que, todas as máquinas serão monitoradas e periféricos testados, para evitar vantagens indevidas na competição. Todos os computadores serão de uso exclusivo para o Free Fire, isso significa que outros aplicativos não rodarão nas máquinas.

Olá! Meu nome é Beatriz Chiessi e sou formada em Gestão Empresarial. Fã da Aggretsuko, apaixonada pelos filmes do Studio Ghibli, Simmer assumida e astronauta do Astroneer.

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