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De Donkey Kong a slots da PG Soft: animais como protagonistas nos jogos

Redação
5 AGO 2025 · 2 min de leitura

Os animais que protagonizam jogos sempre tiveram um espaço sólido e cativante no universo do iGaming. De clássicos como Donkey Kong a títulos inovadores como Stray, passando pela imersão VR de Moss e pela série de slots Fortune da PG Soft, a presença de personagens animais vai muito além de um recurso estético: ela envolve identificação emocional, inovação mecânica e até estratégias de engajamento de público.

O sucesso é tão grande que alguns jogos ultrapassaram a barreira da comunidade gamer tradicional. O “tigrinho” (Fortune Tiger), por exemplo, tornou-se um fenômeno cultural, sendo popular até entre pessoas que não se consideram jogadoras habituais.

A Trajetória dos animais no mundo dos jogos

Desde os anos 80, com o gorila carismático Donkey Kong, personagens animais têm sido usados para atrair diferentes públicos. Enquanto mascotes como Mario e Sonic dominavam, figuras como Donkey Kong mostravam que animais podiam ser protagonistas centrais e memoráveis. A popularidade de títulos como Crash, Mario Kart e Pokémon sempre lembraram que ter aquele mascote nos jogos é a meta de muitos.

Décadas depois, a tendência só cresceu. Stray trouxe uma experiência única ao colocar o jogador na pele de um gato explorando uma cidade cyberpunk, cativando não apenas jogadores de aventura, mas também amantes de felinos e narrativas envolventes. Já Moss expandiu a interação, permitindo ao jogador auxiliar um pequeno rato em um mundo de fantasia, aproveitando ao máximo a imersão da realidade virtual.

O fenômeno dos slots e a série Fortune da PG Soft

No segmento de jogos de cassino online, a PG Soft encontrou um terreno fértil para criar títulos que unem estética animal e potencial de ganhos. A série Fortune inclui vários slots protagonizados por animais carismáticos — como o famoso “tigrinho” — que atraem públicos diversos.

Esses jogos se destacam não só pelo visual e pela narrativa, mas também pelos aspectos técnicos que os tornam mais atrativos, como altos RTPs (Return to Player, ou Retorno ao Jogador), volatilidade bem calibrada e multiplicadores interessantes.

Outro ponto interessante que atraiu o público foi a oportunidade de se divertir e, talvez, ganhar alguns prêmios ao jogar. Nesse cenário, o RTP, ou Retorno ao Jogador, indica o percentual médio que o jogo devolve a jogadores em geral ao longo de milhares de rodadas simuladas.

No slot PG Soft, esse conceito é aplicado. A provedora é conhecida por games com RTPs elevados, alguns chegando a 97%, o que ajuda a explicar a popularidade de seus jogos. Na tabela de maiores RTPs, destacam-se títulos como Ninja vs Samurai e Flirting Scholar (97,44%), seguidos por Bikini Paradise e Candy Burst (96,95%). Mesmo assim, esses títulos não desbancam a popularidade e carisma de jogos com tigres, touros e até ratinhos.

De Donkey Kong a Stray, de Moss ao “tigrinho” da série Fortune, os animais continuam a dominar diferentes nichos do universo gamer, conquistando desde jogadores casuais até os mais engajados — e essa tendência parece longe de perder força.

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