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League of Legends

Legends of Runeterra: o novo grande game no universo de League of Legends

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No dia 24 de janeiro, a Riot Games deu início ao Open Beta do game Legends of Runeterra, um jogo de cartas baseado no poderoso universo de League of Legends. Obviamente, por conta da força de LoL, junto ao público, fica impossível não imaginar que o game surgiu para competir com grandes games do gênero, como Hearthstone e Magic Arena.

Mapa de Legends of Runeterra
Mapa de Legends of Runeterra

Enfim, ao entrar na fase Open Beta, o jogo pôde ser testado por todos os players. E, claro, eu dediquei alguns dias à aventura, a fim de poder vir até aqui para lhe falar um pouco sobre o game. Sendo assim, se você quiser conhecer um pouco mais sobre Legends of Runeterra, não deixe de conferir as informações que eu separei para você… vamos começar?

Legends of Runeterra: as primeiras impressões…

Como todos que acompanham as movimentações da Riot Games bem sabem, Legends of Runeterra é um dos primeiros jogos que fazem parte de uma estratégia que visa expandir o universo de League of Legends.

Por conta disso, o game conta com muitos elementos conhecidos pelos players de LoL, mas também apresenta algumas singularidades interessantes. Por exemplo: basta jogar algumas partidas para perceber que existem personagens inéditos nessa aventura.

Aliás, muitos players começaram a pontuar que esses personagens podem vir a se tornar os novos campeões de League of Legends. Se isso for verdade, Legends of Runeterra, ou LoR (como muitos já estão chamando o game), acabará sendo um grande ambiente de pesquisas da Riot. A empresa poderá coletar muitos feedbacks e usá-los para melhorar LoL ainda mais.

De todo modo, essas “singularidades” não são os únicos destaques do game. Logo no início, encontramos uma interface bem simples e intuitiva. Qualquer player pode encontrar facilmente aquilo que procura.

Ademais, o tutorial inicial cumpre a missão de nos explicar sobre as mecânicas do jogo de uma forma impecável. E sim, todas as cartas são autoexplicativas. Basta passar o mouse sobre elas para saber sobre os efeitos e detalhes adicionais.

Resumindo, as primeira impressões em relação ao game indicam uma interface amigável e uma grande preocupação em garantir que todos os iniciantes sejam bem acolhidos. Belo trabalho da Riot!

E o gameplay?

Em termos de mecânicas de jogo, as semelhanças com Hearthstone saltam aos olhos. Contudo, Legends of Runeterra apresenta um curioso sistema de turnos ofensivos. Nesse sistema, os players podem atacar “turno sim, turno não”. E isso acaba criando uma dinâmica um tanto quanto diferenciada.

Outro detalhe importante é a presença de um sistema muitos semelhante ao sistema de Mana do jogo Hearthstone. Com a Mana acumulada, os players podem trabalhar para atender aos requisitos necessários para fazer os campeões atingirem suas formas evoluídas. Esse aspecto remete ao subestimado Digital Card Battle (um jogo TCG baseado no anime Digimon, que foi lançado para o PS1 no ano 2000).

No que diz respeito aos baralhos, temos grupos de 40 cartas. Logicamente, como o game ainda está em uma fase beta, a variedade de cartas não é tão grande assim. E mais, há baralhos variados, que acabam alterando consideravelmente a forma como o player executa suas estratégias.

Apesar dos destaques citados, o Beta de Legends of Runeterra me chamou a atenção (negativamente) por oferecer um conteúdo bem limitado. Assim, após algumas partidas, o player fica sem ter o que fazer, e o jogo acaba ficando um pouco monótono. Certamente, a Riot pretende adicionar mais conteúdo ao longo do tempo, mas esse detalhe foi marcante.

De qualquer forma, é bom ressaltar que o gameplay é muito dinâmico e promete garantir competições muito interessantes e dignas dos maiores torneios do mundo dos eSports.

Os aspectos técnicos de Legends of Runeterra…

Observando questões como o visual da aventura e os efeitos sonoros, podemos ter uma noção clara de que a Riot Games está com planos audaciosos para o game. Se fosse o contrário, as construções não seriam tão refinadas.

Em um primeiro momento, posso dizer que o aspecto visual é impecável. As ilustrações são belíssimas e as animações foram muito bem feitas. Detalhe: tudo parece ter sido feito para o jogo, ou seja, não percebi o reaproveitamento de “assets” de League of Legends.

No que tange aos efeitos sonoros, o game também apresenta um alto nível de qualidade. Além do mais, algumas cartas contam com uma dublagem que consegue mostrar um pouco da personalidade de cada campeão. E não, embora seja possível ajustar o game para a língua portuguesa, as dublagens ainda não estão disponíveis em nosso idioma.

Legends of Runeterra: um ótimo game, até mesmo para quem não é fã de LoL

Para encerrar, ressalto que Legends of Runeterra me causou uma excelente primeira impressão. Apesar de apresentar pouco conteúdo, o jogo possui belas mecânicas e não deixa a desejar em nada, quando comparado com outros games famosos do gênero TCG.

Os aspectos técnicos de LoR foram muito bem trabalhados e suas mecânicas garantem partidas tão dinâmicas quanto competitivas. O game possui um ar estratégico bem refinado e realmente consegue manter os players envolvidos.

E o interessante é que, mesmo pertencendo ao universo de LoL, o game tem construções tão sólidas que não é necessário conhecer League of Legends para aproveitar a aventura. Legends of Runeterra é um TCG de respeito. Vale a pena conferir! Até mais…

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Riot Games confirma que o Mundial de LoL será presencial

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Após tantos cancelamentos de grandes eventos do mundo dos eSports, a Riot Games resolveu “ir na contramão” e surpreendeu a todos ao anunciar que o Mundial de LoL, do ano de 2020, será presencial.

Isso mesmo! Segundo as informações o Mundial de League of Legends de 2020 acontecerá na cidade de Xangai e sua final será o evento inaugural do Estádio Pudong, que foi construído para sediar as partidas da Copa da Ásia de 2023. Vamos aos detalhes?

Mundial de League of Legends, em Xangai

Foi por meio de um trailer bem informativo e cheio de cenas emocionantes que os representantes da Riot Games e da LOL ESPORTS (marca recém-criada) deram todos os detalhes mais importantes sobre o Mundial de 2020. Confira…

Como pôde perceber, inicialmente, a ideia era fazer com que o campeonato fosse uma espécie de Tour pela China, ou seja, levar a competição até diversas cidades do referido país. No entanto, por questões de segurança, todo o evento foi transportado para a cidade de Xangai.

O Mundial de 2020 acontecerá entre os dias 25 de setembro e 31 de outubro. Nesse caso, o destaque vai para a fase final que, como eu destaquei, funcionará como o evento inaugural do gigantesco Estádio Pudong.

Vale ressaltar que a Riot não confirmou se os eventos contarão com a participação das torcidas, mas prometeu um experiência online bastante interativa. Além disso, algumas surpresas estão sendo preparadas…

“Não vamos revelar nossos planos ainda para não estragar a surpresa, mas garantimos que estamos fazendo de tudo para dar a você uma experiência digital única durante todo o evento”.

Mundial de League of Legends, em Xangai

Mundial de League of Legends, em Xangai

Para arrematar, o vídeo ainda deixa claro que o Mundial de 2021 também acontecerá na China. Nesse caso, a intenção é compensar os torcedores com uma experiência completa, ou seja, a oferta do Tour que seria oferecido nos planos iniciais da competição de 2020.

Resumindo, a Riot Games resolveu dar início à retomada das competições presenciais e esse pode ser um belo recomeço, assim como as principais ligas de futebol têm feito nos últimos dias. Assim sendo, é bom você se preparar para disputas emocionantes. Até a próxima…

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Conheça os finalistas brasileiros do torneio mundial de LoL X1

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Foram mais de 15 mil inscritos no torneio mundial de LoL X1 para amadores, o “Red Bull SoloQ“, e agora restam apenas quatro brasileiros na disputa pelo título nacional.

Após superarem as fases classificatórias e intermediária, o paulista Felipe ‘BF’ Gonçalves, o fluminense Eduardo ‘Tada’ Tadashi, o mineiro Lucas ‘Päce’ Ribeiro e o gaúcho Henrique ‘Henry9’ Vieira mostraram grandes habilidades e seguem firmes em busca do troféu brasileiro da competição.

Evento contará com transmissão ao vivo e narração de casters da Riot Games

lol

lol

Xará de brTT, Felipe Gonçalves tem uma história bastante curiosa. Ele já foi campeão brasileiro da competição, em 2018, e, na ocasião, representou o País no Mundial.

Aos 22 anos, o atirador ‘BF’ mora em Mirassol e ainda sonha em se tornar atleta profissional do game. Enquanto treina e busca uma vaga, deseja retornar ao lugar mais alto do pódio entre os amadores de x1 no LoL.

“É muito bom retornar à final do campeonato. Esta temporada está sendo bem diferente para mim devido ao x1 ser na Top Lane. Precisei adaptar praticamente tudo o que usei em 2018. Alguns picks não funcionam mais, enquanto outros ganharam força. E, apesar de os adversários serem fortes, estou confiante com as minhas mecânica e estratégia. Tenho picks fortíssimos que eu gosto de jogar e não dava para usar em 2018. Além disso, a minha Champion pool está bem maior”, afirmou o jovem.

Já para ‘Tada’, ‘Päce’ e ‘Henry9’, essa é a primeira oportunidade na final do torneio.

De modo 100% online, os jogos acontecerão em novembro e contarão com transmissão ao vivo, pela internet.

São mais de 35 países participantes no torneio mundial de LoL X1

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Casters oficiais da Riot Games farão a narração e os comentários da decisão brasileira do Red Bull SoloQ. O grande vencedor representará o Brasil no Mundial, em data a ser divulgada em breve.

Nesta temporada, o evento terá mais de 35 países participantes, e o modo de jogo é o x1, com blind pick.

Vence aquele que derrotar os adversários por first blood, creep (minion) score de 100 ou ao destruir a torre do adversário.

Países como Áustria e Romênia, por exemplo, já conhecem os seus campeões nacionais. O torneio ainda conta com a parceria da Riot Games e apoio da AOC.

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Circuito Desafiante: Última rodada da fase de grupos define os semifinalistas da competição

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Três jogos fecharam a fase de pontos do segundo split do Circuito Desafiante nessa segunda-feira (27) e foram conhecidos os semifinalistas da competição. A Rensga que já havia se classificado, promoveu a estréia de Gabriela “Harumi” na rota inferior da equipe. “Harumi” foi a primeira mulher a disputar uma partida na história do cenário competitivo de League of Legends no Brasil e, para a felicidade dela e dos torcedores, a Rensga venceu a equipe da Falkol, tirando qualquer chance de classificação dos Blues.

Após o primeiro confronto, os classificados foram definidos. A Havan Libery podia perder para a Team oNe que ainda sim garantia a classificação. E foi isso o que aconteceu. Além dos dois jogos, a Red Canids manteve a boa fase e venceu a lanterna Redemption.

Confira o resumo dos confrontos:

Rensga X Falkol

O jogo começou melhor para a equipe da Rensga que, na rota inferior, garantiu o first blood com Leonardo “Erasus”, o que foi excelente para o campeão Olaf, que tem maior rendimento no início de partida.

A Rensga, aos poucos, foi obtendo vantagem no confronto, com a presença do caçador em várias partes do mapa, controlando a visão e colocando os solo laners da Falkol em cheque. Com pickoffs, a Rensga foi aumentando o seu número de abates no jogo, garantindo cada vez mais controle da partida.

Na briga pelo Barão, “Erasus” entra no covil, espera a vida do monstro cair e garante o roubo do objetivo para a equipe da Rensga. Além disso, a luta foi toda para os Cowboys, que garantiram três eliminações.

Com toda a vantagem conquistada, o jogo ficou totalmente encaminhado para a equipe da Rensga. Antes de derrubar o Nexus, garantiram a Alma da Montanha e o segundo Barão. Após o reset, invadiram a base da Falkol para pegar três eliminações e finalizar com o jogo.

Team One X Havan Liberty

Nesse momento, a partida entre as duas equipes já não valia mais nada para a classificação. As duas equipes já haviam garantido o passe para a semifinal, porém, a oNe começou de forma agressiva. Numa invasão na selva da Havan, Wyllian “Wyll” garantiu o first blood para a Team oNe sobre o caçador adversário.

Com a vantagem de início de jogo, “Wyll” teve mais espaço para executar os Dragões de início de jogo. Porém, o jogo ficou equilibrado quando as lutas em equipe começaram a acontecer. Os dois times trocaram eliminações pelo mapa, sem deixar uma vantagem ampla para o adversário neste quesito.

A oNe optou por brigar nos momentos certos da partida. Com isso, conseguiram vencer a luta que deixou o caminho aberto para garantirem a Alma das Nuvens. Na luta seguinte, conseguiram fazer um Ace sobre a composição da Havan.

Na última e decisiva luta, pelo Dragão Ancião, “Wyll” conseguiu fazer o roubo do objetivo, a oNe garantiu outro Ace e partiu para o Nexus, para sair com a vitória no último jogo da fase de pontos.

Red Canids X Redemption

O último jogo da noite começou em clima de descontração. Gabriel “Aegis” que havia pickado o Rammus para a composição da Red, uma escolha não tão comum no Circuito Desafiante, foi quem garantiu o first blood na partida.

A primeira grande luta do jogo aconteceu na rota superior e ficou com vantagem a Red Canids que pegou três eliminações, enquanto a Redemption se contentou com apenas uma.

A vantagem na partida era toda da Red. A RDP não conseguia lidar com a composição do adversário e muito menos colocar recursos no Kassadin de Marcos “Krastyel”, que era a principal condição de vitória da equipe.

Com a vantagem na partida a Red garantiu ainda o buff do Barão perdendo apenas um jogador. Com a vantagem, fizeram todo trabalho de rotas para abrir espaço no mapa.

Sem conseguir reagir e dependendo totalmente do “Krastyel” com o Kassadin, a equipe de Porto Alegre apenas assistiu à líder do campeonato ainda garantir a Alma do Oceano, o segundo Barão no jogo e a vitória com a destruição do Nexus.

Semifinais

As semis acontecem nos dias 11 e 12 de agosto. No dia 10, a Red Canids enfrenta a equipe da Havan Liberty às 18 horas. Já no dia 11, é a vez de Rensga e Team oNe, também às 18 horas, batalharam por uma vaga na grande final, que acontece no dia 15 de agosto.

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