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Região Sudeste é a vencedora da Liga Escolar Brasileira de eSports

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Aconteceu neste domingo (26), o maior campeonato de eSports entre escolas, intitulado “Liga Escolar Brasileira de eSports”.

E a região Sudeste é a grande vencedora da competição, com o jogador Lucas “STB thelightx” Destro.

No total, foram 92 players na competição de todas as regiões do país.

“Representei o Colégio Adventista de São Bernardo do Campo. Foi uma competição bastante acirrada principalmente na final, os jogos estavam muito complicados. Então foquei em consistência e tive que utilizar minha noção de jogo. Afinal, se você ver bem eu não fiz 0 pontos em nenhum jogo das finais”, afirma Lucas.

 Lucas “STB thelightx” Destro

Lucas “STB thelightx” Destro

Desde pequeno eu gosto de jogar, mas eu realmente comecei a me empenhar mesmo em 2016 quando criei meu canal no youtube de ROBLOX e consegui mais de 100 mil inscritos. Aí em meados de 2019 eu resolvi migrar para o Fortnite e até que já estou me dando bem, gosto de vencer por onde passo,” completou.

O segundo lugar, Lorenzo Prado Dias, conhecido no jogo como CODE Iam-Lord, foi a primeira vez participando da Liga.

“Me sinto bastante lisonjeado! Fico feliz em saber que os jogos eletrônicos estão crescendo, ainda mais voltado para a educação,” afirma Lorenzo.

Além disso, Lorenzo não tinha as condições necessárias para se tornar um pro-player. Mas, com perseverança esse ano ele conseguiu adquirir seu primeiro equipamento gamer e ainda ficou em segundo lugar na Liga!

“Sempre fui muito competitivo e comecei com os jogos eletrônicos no ano passado, jogando Fortnite. Não tinha um computador bom para obter melhores desempenhos, então comecei a juntar dinheiro para conseguir um computador novo. Depois de 1 ano juntando dinheiro, consegui comprar um computador novo no mês passado e pretendo cada vez mais melhorar minha performance nos campeonatos,” completou o jovem.

Lorenzo

Lorenzo

A competição de Fortnite contou com apoio da Epic Games, patrocínio da ASUS com sua linha ROG e teve alunos de todo o Brasil disputando pelo título de melhor player amador do país.

Liga Escolar Brasileira de eSports

Liga Escolar Brasileira de eSports

Sobre a competição

A final nacional contou com 92 players, os 23 melhores de cada região do país. O formato foi por pontos corridos e o Sudeste se destacou, com o primeiro e o segundo lugar da região. O terceiro lugar ficou com a região Sul. Ao todo foram 8 partidas na final.

Este ano, o torneio teve recorde de inscritos, com mais de 5 mil alunos participando entre escolas públicas e privadas. Se trata de um projeto educacional e tem sido muito bem visto por educadores de todo o país, como Ronan Saraiva, do Colégio NAVE Recife – Escola Técnica Estadual Cícero Dias, que está participando pelo terceiro ano consecutivo da competição.

A Liga Escolar Brasileira de Esports foi o primeiro campeonato de que a escola participou, e a experiência foi incrível devido a todo processo ser organizado, com suporte, comunicação e orientação – da seletiva regional até a nacional. O diferencial é que a organização inova a cada ano, ofertando novos conteúdos pedagógicos e técnicos, ampliando a estrutura do evento e incluindo novas modalidades. Participamos das duas edições realizadas representando o Nordeste na final nacional.” Afirma Roan.

Liga Escolar Brasileira de eSports

Liga Escolar Brasileira de eSports

Criada para ser uma competição para estimular no aluno o que já é parte de sua rotina casual (jogar), a Liga Escolar quer trazer uma forma positiva para extrair melhores resultados acadêmicos, gerando motivação e até perspectivas para as novas profissões que estão surgindo relacionadas ao universo dos games e esports.

Dentre os pré requisitos para participar da competição são ter boas notas no boletim e ter o apoio da escola ou de algum professor.

A Liga tem o patrocínio exclusivo da ASUS que busca aproximação e interação com um público mais jovem e pode desenvolver um incentivo à educação como um todo através de sua linha de produtos ROG que foi criada e desenvolvida especificamente para quem está começando.

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Capcom renova a marca Darkstalkers e incita especulações

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Dentre todas as desenvolvedoras do mundo dos games, a Capcom é uma das que possuem o maior portfólio de IPs lendárias. Não à toa, a empresa japonesa pode até se dar ao luxo de explorar certas franquias em detrimento de outras, o que leva os fãs a ficarem pedindo o retorno de alguns games clássicos.

Nesse caso, para os fãs que estão sempre sonhando com esses “retornos”, trago uma boa notícia: a Capcom não se esqueceu da lendária franquia Darkstalkers, que fez a cabeça dos fãs de jogos de luta na década de 1990 e no primeiros anos do século XXI… vamos entender essa história?

Darkstalkers: marca renovada!

Darkstalkers

Darkstalkers

De acordo com as informações retiradas diretamente dos sites oficiais dos sistemas de registro de marcas e patentes, a Capcom promoveu a renovação dos direitos dela, em relação à marca Darkstalkers.

Logicamente, como Darkstalkers é uma franquia que sempre está sendo incluída nos “pedidos de retorno” (feitos pelos fãs), a notícia acabou gerando fortes especulações.

Aliás, os rumores do retorno da lendária franquia ganharam ainda mais força, pois Yoshinoro Ono, uma das figuras mais proeminentes da empresa japonesa, declarou que tem ciência dos desejos dos fãs e sabe que Darkstalkers é uma das franquias mais desejadas.

Por ora, o retorno de Darkstalkers ainda está no campo dos rumores. Mas essa movimentação da Capcom acaba dando aos fãs uma nova esperança. Já que essa é uma prova de que a franquia não foi esquecida e já pode ser reaproveitada.

Para quem não se lembra, Darkstalkers é uma franquia de jogos de luta, que ficou marcada por oferecer personagens sombrios e peculiares. Um gameplay intenso e um visual belíssimo. Logo, um retorno dessa lenda poderia representar a chegada de outro grande jogo de luta no mercado.

Enfim, temos que torcer para que Darkstalkers realmente retorne. Nessa época em que os torneios de jogos de luta conseguem movimentar as massas, essa nova opção seria muito bem-vinda. Vamos ficar de olho! Até a próxima…

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Black Desert Mobile: Modo “Caminho da Glória” é anunciado!

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A Pearl Abyss anunciou nesta terça-feira (04), um novo modo de jogo para o Black Desert Mobile, intitulado “Caminho da Glória” (Path of Flory).

Com estilo tower defense, ajuda os jogadores a acumular experiência e desenvolver os personagens da família.

Além disso, o conteúdo favorito dos fãs, “Terra da Bravura” (Field of Valor) terá seu retorno nesta semana!

Black Desert Mobile em Caminho da Glória!

Black Desert Mobile em Caminho da Glória!

Black Desert Mobile em Caminho da Glória!

No “Caminho da Glória”, os aventureiros têm a tarefa de proteger o portão do castelo contra um ataque de inimigos que aumentam em força e número a cada onda.

Os jogadores podem escolher até seis classes da lista de famílias e precisam equilibrar sua equipe, pois, habilidades diferentes são necessárias a cada nível de dificuldade.

Para aqueles que concluem este desafio com sucesso, é recompensado com um item de Emblema. E quando usado, concede um bônus de ponto de combate e defesa a todos os personagens da família.

Um dos modos favoritos do Black Desert Mobile retorna esta semana com o “Terra da Bravura”. Que contará com um novo campo de batalha chamado Highland.

Aqui, grupos de até 5 jogadores podem participar de batalhas de 30 minutos contra uma grande variedade de monstros.

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Pesquisa revela que 71% dos pais no Brasil jogam games com os filhos

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A Pesquisa Game Brasil (PGB) revelou em sua 7.ª edição, que em 2020 71% dos pais brasileiros jogam jogos eletrônicos com seus filhos.

A pesquisa foi realizada pelo Sioux Group, através da unidade de negócios Go Gamers, ESPM e Blend New Research, a PGB ouviu 5.830 pessoas em 26 Estados e no Distrito Federal, no mês de fevereiro.

Para o levantamento de pais e filhos, o estudo considerou apenas os entrevistados que moram com os filhos, totalizando 2.163 pessoas.

Deste total, 78,7% afirmam que seus filhos possuem o hábito de jogar jogos eletrônicos, e 60,2% deles gostam que os filhos realizem a atividade, mas com ressalvas diversas.

A principal delas, para 92,4% dos entrevistados, é evitar jogos inadequados de acordo com a faixa etária.

O segundo aspecto a ser ponderado, para 80,9% dos pais, é evitar que as crianças joguem antes de dormir.

Na sequência, 72,4% dos pais concordam que os jogos são viciantes, podendo causar dependência.

Em contrapartida, 53,9% concordam que a variação de jogos estimula diferentes habilidades para seus filhos.

Outro ponto retratado pela PGB é a violência nos jogos enquanto influência negativa para as crianças e adolescentes: enquanto 33,4% dos pais que não jogam concordam que os games podem levar ao comportamento agressivo e à delinquência, 56,6% dos pais gamers discordam dessa afirmação.

71% dos pais no Brasil jogam games com os filhos

Descendência gamer

PGB aponta que os pais que jogam jogos eletrônicos têm ainda mais o costume de compartilhar e ensinar este hábito ao seus filhos.

Neste recorte, o número de filhos engajados com games aumenta para 84,3%, e os pais que realizam a atividade em conjunto com eles chega a 95,6%.

Em relação à influência que os jogos possuem na aprendizagem de seus filhos, 47,4% dos pais gamers discordam (parcialmente ou totalmente) que os jogos possam atrapalhar nos estudos, enquanto 35,9% concordam (total ou parcialmente).

“Nos dias de hoje, muitos pais cresceram com o hábito de jogar videogame, o que torna mais natural este processo de passá-lo ‘de pai para filho’. Mesmo assim, os pais permanecem zelosos quanto aos excessos e limites dessa forma de entretenimento, o que é bastante saudável para todos os envolvidos”, diz Carlos Silva, Head de Gaming na Go Gamers.

A pesquisa ainda divide o público gamer no Brasil entre hardcore e casual. O primeiro é aquele cujo hábito de jogar é destacado dentro de suas preferências de entretenimento, enquanto o segundo realiza a atividade em menor tempo e frequência.

Os pais mapeados como hardcore gamers tendem a ser mais flexíveis em relação ao envolvimento dos filhos com jogos. Para este grupo, por exemplo, 46,8% concordam que as crianças não devem jogar antes de dormir.

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